domingo, 15 de novembro de 2009

Quem sou eu?

Já respondeu a clássica pergunta do perfil do Orkut, Quem Sou Eu? Pois bem, eu já respondi algumas vezes, mas hoje resolvi escrever mais detalhadamente quem sou eu. Não com todos os mínimos detalhes até por que isso é impossível, mas o máximo que eu conseguir. A Marília é:

Alguém que vive a realidade sonhando, que chora por qualquer coisa e por isso, quando pequena, era chamada de caminhão do choro pelo Pai. Alguém que acredita em Anjo da Guarda, tenho certeza que o meu ta sempre comigo, (Santo Anjo do Senhor...). Alguém que tem certeza que nada é por acaso, coincidências não existem, tudo está escrito, todos têm uma missão a ser cumprida, com dia e hora marcados para acabar. Alguém que não vive sem a família, que ama intensamente os seus e dá valor as pequenas coisas. Alguém que entre uma festa e ficar em casa, na maioria das vezes escolhe ficar em casa. Alguém que deixa os trabalhos para fazer sempre na última hora, afinal, jornalistas são condicionados a trabalhar sob pressão. Alguém que ama os animais, em especial a Mell, o Kadu, a Evinha e o Trecko. Alguém que tem preguiça 24 horas por dia, mas isso não atrapalha em nada, ela só ganha espaço quando pode. Alguém que a cada dia tem mais certeza que escolheu a faculdade certa, onde, como diz meu atual “Quem sou eu”, controlo a minha maluquez e misturo com a minha lucidez, assim me estresso muito, mas tudo compensa. Alguém que é uma sagitariana nada aventureira, e que quando lê isso nos horóscopos pensa “preciso achar este meu lado”. E que a única certeza que tem é, como diz minha Vó, tem o gênio do pai e a cara da mãe.

Vivemos a UNISC

Mais uma experiência de trabalho, desta vez em jornada dupla, 12 horas de cobertura do evento e divulgação do curso. Tudo de bom. Correr um dia inteiro, abordar os alunos e convencer os indecisos de que a Comunicação, em especial o Jornalismo é o melhor caminho a seguir. Mostrar isso não só nas palavras, mas apresentar os trabalhos concretos, como o DizAí e o Unicom, e ainda finalizar com o olhar brilhante de quem está ali porque quer, e se diverte diariamente. A diversão foi o ponto marcante do estande da comunicação, muitas vezes tachados como loucos os comunicadores não deixaram passar em branco. Fizemos edição especial do Mural DizAí, cerca de 400 exemplares, fora os mais de 100 que imprimimos ali na hora com o flagra do visitante. Isso e o intenso movimento entre as cinco habilitações fizeram com que os monitores, que venceram os três turnos com categoria, chegassem ao final da jornada com a sensação de dever cumprido. E depois confirmar isso com o elogio do Profe Dê no dia seguinte. Mergulhar no ritmo frenético de um evento que esperava mais de cinco mil estudantes, e terminar ele com honras não tem preço. Todas as caminhadas até o bloco 14 levando turmas enormes de pessoal interessados nas oficinas foram divertidas, todos os picolés do dia foram gostosos, todos os sorrisos, os ois, as brincadeiras, as fotos serão sempre lembradas. Ah, enfim, novamente acabo com a sensação de dever cumprido e o gostinho de quero mais. Até o ano que vem Viva UNISC!

Parte do pessoal da Comunicação

eu, Vahn, Raisa, Jú, Vanessa e o (d)Emo, alguns dos monitores da A4-Jornal que lá estiveram

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bate-papo mais que pilhado

Meio atrasado, mas, ainda ta valendo. Num post anterior eu falei sobre o projeto que estava participando, o “Bate-papo Pilhado, pra que lado eu vou?”, uma parceria da UNISC e da Folha do Mate de Venâncio Aires. Pois bem, o dia do bate-papo foi 20 de outubro e não sei se vou conseguir descrever aqui, porque foi um SUCESSO! Para nós, alunos de jornalismo participantes do evento, cabiam as tarefas da cobertura do evento, foto, vídeo, áudio, blog, twitter, e textos para o jornal. Inúmeras tarefas dividas e ao mesmo tempo executadas por todos. Não deixando passar um detalhe em branco, cumprimos o nosso papel, o papel de profissionais. No momento depois do evento nós tivemos que fazer um caderno do Na Pilha! especial, com oito páginas, assustador pensar que o suplemento normal tem quatro, mas mais uma vez com a supervisão do Profe Demétrio e das gurias pilhadas, a Ana e a Di, nós cumprimos nossas tarefas. É sem explicação, eu posso ficar aqui escrevendo e escrevendo, exceder os caracteres e não vou conseguir colocar tudo que eu quero. O necessário é: valeu a pena, e eu to com meu nome na vitrine! =) ah! Mais uma coisinha: já tenho currículo! ;P a seguir algumas fotos do “Bate-papo”.
Yaya, Vahn, Marília
Quem fez acontecer: Na Pilha!, A4 - RP, nós jornalistas, Ascom.
Profe Dê, Vahn, eu e a nossa contra-capa

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Acompanhando! =)

Gente, continuando a séria a "a afilhada mais linda do mundo é a minha". A Pietra ta cada dia mais fofa! Hoje ela tá com 1 mês e 23 dias, vai aqui mais uma fotinho dela.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Pilhada no projeto

Muitas oportunidades são postas na nossa frente durante a vida e a nós? Resta aproveitar. Fui selecionada pelo profe Demétrio Soster para participar do projeto “Bate-papo Pilhado – Pra que lado eu vou?”. Essa é uma parceria da UNISC e a Folha do Mate de Venâncio Aires, nós (a equipe de repórteres selecionados) faremos a cobertura de um evento voltado para os terceiros das escolas da cidade, com o objetivo de ajudar os estudantes a decidirem que área seguir quando saírem da escola. Pois bem, os nossos trabalhos tiverem inicio no dia 29 de setembro. Nós dividimos as tarefas e já estamos entrando em ação, o dia do evento mesmo será 20 de outubro. Mas temos muito trabalho antes e depois desse dia. Com a supervisão do Profe, da Ana e da Di (editora e repórter do caderno, respectivamente) nós vamos indo e aprendendo nesse caminho. Quem está participando comigo no projeto é o Pedro Garcia, a Vanessa Kannenberg, a Yaundé Narciso, e o João Caramez. Ainda tem o pessoal de relações públicas, o Daniel, a Luana e a Manu. A equipe está bem entrosada e o trabalho tem tudo para ser o melhor. Vocês podem ir conferindo o andamento do trabalho aqui pelo blog do Na Pilha!


Os jornalistas: Yaundé, Vanessa e João(em cima), Pedro e eu.

a equipe completa!

XIV SEACOM

Falar em semana acadêmica remete a férias, não é? Pois bem para mim não e acredito que para poucos na comunicação social a semana passada significou alguma folga. A XIV SEACOM foi um sucesso e muito corrida. Como voluntária da A4 - Agência Experimental de Jornalismo participei da cobertura das palestras, e deste trabalho fiquei com as melhores lembranças. A programação nos proporcionou contato com profissionais de alto nível, e não foi aquele esquema de pedestal, eles lá em cima falando pra meros estudantes. A conversa era entre amigos, um bate-papo divertido e construtivo. Com exemplos dos trabalhos realizados e um papo de quem tem certeza do que está falando eles nos ensinaram muita coisa. E depois de assistir as palestras entrava em ação a jornalista que tinha assistido e anotado tudo e mais um pouco, a equipe da A4 postava no site, fazia um balanço com os alunos e ainda conversava com os palestrantes. Sem esquecer as fotos feitas durante todas as palestras. Toda essa correria foi cansativa, mas valeu à pena! O trabalho feito na cobertura foi elogiado, as palestras eram de gabarito e o conhecimento adquirido ninguém me tira.
parte da equipe A4-Jornalismo

De volta ao blog

Estudante e nada mais! Isso significa folga? Que nada, isso significa correria. Monitora bolsista, monitora voluntária, projeto e óbvio a aula e suas tarefas. Todos esses afazeres me afastaram um tempo do blog, mas agora eu pretendo estar aqui pelo menos uma vez por semana. Hoje eu vou colocar aqui um texto sobre a semana acadêmica do curso, que já estava iniciado a tempos e eu conclui para começar a movimentar o campo de novo! =)

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sem ela eu não vivo

Desde que nasci a vida dela mudou. Noites mau dormidas, manhãs e tardes de correria, tudo para atender a Marília. Há vinte anos ela não vai a festas onde os filhos não são convidados também, nessas duas décadas corre para onde for para me atender. Até hoje ela me acorda todo dia e faz meu lanche. Por causa disso já ouvi inúmeras vezes a pergunta: - Não tem vergonha não? Olha tua idade. E sabe o que eu respondo?! - Não! Tenho orgulho, eu ainda tenho a minha mãe comigo. Não consigo me afastar dela, dificilmente durmo fora, não faço nenhuma compra sem antes consulta - lá. Devem pensar, que infantil essa guria. Mas eu não dou a mínima. Quando escolhi o que fazer depois do colégio preferi uma universidade perto de casa., de onde eu não precisaria sair. Lógico que eu penso em sair de casa, construir a minha vida. Mas por enquanto a minha vida é essa. Ao lado do meu porto-seguro. Alguém que raras vezes me disse não, que se desdobra com um salário de professora estadual e sustenta uma casa. Alguém sem a qual eu não vivo. Obrigada, Mãe!


sábado, 12 de setembro de 2009

Ela ta crescendo

Continuando a série: Pietra, a afilhada mais linda! Aqui vai mais uma fotinho da Pi, com 17 dias.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O meu mundo

Se estressar, enlouquecer, praticamente surtar?! Isso faz parte da minha diversão matinal. Impresso, tele, on-line, rádio, foto, esse é o meu mundo. Quando me dou conta do quão prazeroso é estar no jornalismo, me pergunto: - Por que eu fiz primeiro fisioterapia?! Se lá na ficha do baile de debutantes eu já tinha respondido o que queria pro futuro: jornalismo. Inexplicável, nem eu me entendo. Mas já que agora estou no rumo certo, é dele que quero falar. Acordar todos os dias as 05h55min da manhã, pegar o ônibus e ir para a UNISC, chegar de volta ao meio dia, e às seis da tarde estar de novo no ônibus sabendo que só vou voltar as 11h15min, vale a pena! Cansa, mas tudo compensa. Passar um dia sem pelo menos esboçar um sorriso, impossível. Seja pela Blau dançando a Macarena em plena a sexta de noite ou de nervosa pelo tele que não foi ao ar, e eu era a editora-chefe. Semestre passado eu descobri que nunca mostrei a minha face super-mau-humorada na faculdade. Um dia eu alterei a minha voz minimamente e já disseram que eu estava de mau humor. Eles nem imaginam isso, e nem queiram imaginar como é. É sinistro. Mas acredito que nunca vou estourar a ponto de chegar ao meu máximo, a alegria que o aprendizado me passa, domina. Posso estar super estressada por um texto ou tele a ser posto no ar, mas quando chego no ônibus e penso, o prazer é maior que o estresse. A raiva do professor desaparece. E a sensação de dever cumprido, domina e felicita.